Empresários anseiam novos investimentos para o Aeroporto Regional do Vale do Aço

A suspensão das atividades da única companhia aérea que opera no Aeroporto Regional do Vale do Aço tem gerado transtornos para a população e empresas estabelecidas na região. O aeroporto é o único terminal aéreo que abrange os municípios da Região Metropolitana do Vale do Aço e do colar metropolitano, que somam uma população superior a 700 mil habitantes.

O presidente da Associação Comercial, Industrial, Agropecuária e de Prestação de Serviços de Ipatinga (Aciapi), Cláudio Zambaldi, observa que a interrupção dos voos com partida ou destino o aeroporto regional deve gerar um impacto econômico negativo.

“O aeroporto é uma alternativa para quem necessita fazer viagens em um menor tempo, especialmente para a capital Belo Horizonte, visto que a BR-381 está em obras. O terminal é utilizado tanto para fins pessoais, quanto para fins profissionais. Muitos funcionários das grandes empresas estabelecidas no Vale do Aço utilizam este meio de transporte para viagens a trabalho, além das pessoas que têm o aeroporto como porta de entrada para a região. A suspensão dos voos trará um efeito negativo ainda não mensurado para o setor produtivo e, consequentemente, para a economia da região”, salienta Cláudio.

Para o presidente da entidade, o Governo de Minas Gerais responsável pela manutenção da pista de pouso e decolagem deve tomar medidas emergenciais. “Esperamos que o Governo do Estado, junto ao Departamento de Edificações e Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DEER-MG), para que os devidos reparos sejam feitos o mais breve possível, com o objetivo de mitigar ou mesmo sanar o problema”, pontua Cláudio.

Novos investimentos

Além da recuperação da pista, as entidades empresariais de Ipatinga esperam que o processo de expansão do Aeroporto Regional do Vale do Aço saia do papel, como afirma o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Ipatinga, José Carlos de Alvarenga.

“Anteriormente foi realizada uma licitação para investimentos no aeroporto, como a construção de hangares, ampliação dos espaços administrativos e operacionais, bem como o saguão. Infelizmente, devido irregularidades no edital, a licitação não foi para a frente. Mas esperamos que uma nova licitação para a Parceria Público Privada seja editada e, assim, o terminal aéreo possa receber novos investimentos. Estas futuras melhorias trarão mais desenvolvimento na logística do Vale do Aço, que ainda é carente nesta área”, avalia José Carlos.



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