Golpe do boleto falso volta a ser aplicado ao empresariado

Com a intensa movimentação financeira e administrativa no fim de ano, empresas são alvos, novamente, de diversos golpes. Entre os mais comuns está o envio de boletos falsos. Empresários de Ipatinga receberam os documentos no valor de R$382,50. O boleto é uma proposta para a filiação ao “Serviço Nacional de Proteção ao Crédito”, nome que causa confusão por ser parecido com o Serviço de Proteção ao Crédito Brasil (SPC Brasil).

A Associação Comercial, Industrial, Agropecuária e de Prestação de Serviços de Ipatinga (Aciapi) e a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Ipatinga reforçam aos empresários que não geraram esta cobrança e que não são responsáveis pelo chamado SNPC. A Aciapi e a CDL de Ipatinga informam que esta cobrança não se refere aos serviços ofertados pelas entidades e pelo SPC Brasil. As entidades desconhecem a origem do boleto e da empresa prestadora deste serviço.

Além do boleto da suposta SNPC, outras fraudes de boletos também foram aplicadas aos comerciantes da região neste fim de ano. No mês passado houve ainda o derramamento de cédulas falsas. A classe empresarial ainda deve ficar atenta com outros possíveis tipos de estelionato como venda ou troca de maquininhas falsas de cartão; Trojan bancário, um tipo de vírus de computador que atua como um “cavalo de Tróia” enviado por e-mail com um link; boleto pago e nota fiscal falsa.

Para o presidente da Aciapi, Cláudio Zambaldi, é preciso buscar modos de prevenção a este golpe e outros tipos de estelionato. “Infelizmente, tentativas de golpes aos empresários da região ainda são comuns. Precisamos nos informar, alertar o colega lojista sobre o que está acontecendo. Além disso, precisamos instruir os funcionários para evitar qualquer transtorno”, observa Cláudio.

O presidente da CDL de Ipatinga, José Carlos de Alvarega, salienta que ações simples podem evitar prejuízos. “Analise a origem do boleto bancário, antes de efetuar o pagamento. Ao receber uma cédula, verifique os elementos de segurança como a marca d’água, relevos, o número escondido entre outros. Sobre os outros golpes, não devemos passar informações para pessoas desconhecidas ou não identificadas devidamente. Precisamos estar atentos a qualquer ação suspeita”, reitera José Carlos.



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